Na metade de setembro, o quarto trimestre (Q4) já está muito próximo. Para o varejista, esse é um momento importante porque boa parte do planejamento para o fim do ano já foi feita, mas ainda existe espaço para confrontar decisões tomadas meses atrás com informações mais recentes sobre consumo, renda, categorias e comportamento de compra.
E há sinais positivos nessa leitura.
O comércio varejista brasileiro acumulou crescimento de 1,9% no primeiro semestre de 2026. Em junho, dado mais recente disponível até a conclusão deste conteúdo, as vendas avançaram 2,9% em relação ao mesmo mês de 2025. Mais relevante para quem atua com bens duráveis: móveis e eletrodomésticos cresceram 7,5% nessa comparação e acumulavam alta de 3,8% no primeiro semestre, enquanto equipamentos para escritório, informática e comunicação avançavam 5,5% no ano.¹
Esses números não significam que todas as categorias chegarão ao Q4 no mesmo ritmo. Mostram algo mais útil para o planejamento: existe consumo acontecendo e há categorias diretamente relacionadas ao varejo de tecnologia e eletroeletrônicos apresentando crescimento.
O Q4 chega com sinais positivos para o consumo
O mercado de trabalho também oferece elementos importantes para essa leitura.
No trimestre encerrado em julho, a taxa de desemprego ficou em 5,3%, enquanto a população ocupada chegou a 103,3 milhões de pessoas. Entre os trabalhadores do setor privado, 39,4 milhões tinham carteira assinada. A massa real de rendimentos alcançou R$ 383,5 bilhões, maior valor da série histórica e 4,1% acima do registrado um ano antes.²
Renda e emprego não se convertem automaticamente em compras de TVs, smartphones, notebooks ou eletrodomésticos. Mas uma massa maior de rendimentos amplia a base sobre a qual o varejo disputa consumo, especialmente em um trimestre marcado por grandes datas comerciais e pela entrada do 13º salário.
Outro sinal recente vem da inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou 0,32% em agosto e acumulou 4,22% em 12 meses. Parte do resultado mensal teve componentes específicos, portanto não seria correto interpretar um único dado como solução para a pressão sobre o orçamento. Ainda assim, a desaceleração ajuda a compor um cenário menos pressionado do que alguns meses atrás.
O crédito continua caro, mas também houve uma mudança de direção na política monetária. A taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), que iniciou 2026 em 15% ao ano, foi reduzida para 14% em agosto. O efeito sobre o crédito não é imediato, e a taxa média do crédito livre às empresas ainda estava em 25,4% ao ano em julho. Mas a trajetória da Selic passou de alta para queda, o que merece ser acompanhado pelo varejo.
Nenhum desses indicadores, isoladamente, garante uma boa temporada. Juntos, porém, mostram que existem razões concretas para olhar o Q4 não apenas pelos riscos, mas também pelas oportunidades.
O consumidor está mais seletivo — e já começou a planejar
Talvez um dos sinais mais interessantes venha diretamente de quem estará do outro lado do balcão.
Pesquisa do Google em parceria com a Offerwise para a Black Friday de 2026 mostra uma combinação que ajuda a entender o momento atual. Mesmo com 51% dos entrevistados afirmando ter mais da metade da renda comprometida com contas fixas ou dívidas, 69% se dizem otimistas com a própria situação financeira para o segundo semestre e 41% pretendem gastar mais nesta Black Friday do que no ano anterior.³
O planejamento também começou cedo. 48% já possuem uma lista de compras e 44% pesquisam preços e condições antes da temporada, com uma média de 5,5 categorias planejadas por consumidor. Além disso, 60% consideram a Black Friday a principal data do ano para planejar a aquisição de produtos de maior valor.³
Para quem vende tecnologia e eletroeletrônicos, a composição dessa intenção é especialmente interessante. Entre as prioridades aparecem eletrodomésticos, smartphones, computadores e periféricos e TVs. Eletrodomésticos lideram ao lado de roupas e acessórios, celulares aparecem logo depois, seguidos por computadores e TVs entre as categorias mais citadas.³
A leitura, portanto, é mais rica do que simplesmente dizer que o consumidor está endividado. Ele administra um orçamento disputado, pesquisa mais e compara melhor, mas continua demonstrando intenção de comprar.
Isso muda a questão para o varejista. Em vez de perguntar apenas se haverá consumo, passa a ser importante entender o que fará determinado produto conquistar prioridade dentro desse orçamento.
Cada categoria oferece uma oportunidade diferente no Q4
O trimestre não deveria ser planejado como se todo produto respondesse ao mesmo estímulo.
Em linha branca, necessidade de reposição, eficiência energética, capacidade, parcelamento e tíquete possuem grande peso. Em televisores, tamanho da tela, tecnologia e experiência ajudam a construir argumentos de renovação. Smartphones combinam lançamentos, troca de aparelho, novos recursos e diferentes faixas de preço. Informática atende necessidades relacionadas a trabalho, estudo, conectividade e desempenho.
Os números recentes reforçam essa diversidade. Móveis e eletrodomésticos acumulavam crescimento de 3,8% no primeiro semestre, enquanto equipamentos para escritório, informática e comunicação avançavam 5,5%.¹
O universo gamer acrescenta outro gatilho importante. Grand Theft Auto VI segue oficialmente programado para 19 de novembro de 2026 no PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Para o varejista que comercializa consoles, controles, headsets e outros acessórios, um lançamento dessa dimensão pode colocar novamente o ecossistema de hardware em evidência, mesmo que a loja não comercialize o jogo.
Climatização e ventilação ganham outra dinâmica com a aproximação do verão, enquanto eletroportáteis podem atender tanto necessidades práticas quanto ocasiões de presente.
O ponto não é tentar eleger uma única categoria vencedora. É compreender qual função cada grupo de produtos pode cumprir no negócio. Alguns podem gerar fluxo. Outros podem elevar tíquete, proteger margem, estimular renovação ou complementar outra venda.
Essa definição ajuda a transformar o portfólio em estratégia.
Orçamento pressionado não significa ausência de consumo
Os fatores de pressão continuam existindo e seria pouco realista ignorá-los.
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostrou que 82% das famílias tinham algum tipo de dívida em julho. Mas endividamento e inadimplência não são a mesma coisa: no mesmo levantamento, a parcela de famílias com contas em atraso recuou ligeiramente para 29,8%.
As apostas online também passaram a disputar parte da renda disponível. Segundo estimativa do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), as famílias brasileiras tiveram perda líquida estimada de R$ 62,5 bilhões com bets em 2025.
Isso não significa que esse dinheiro seria automaticamente convertido em compras no varejo caso as apostas não existissem. O que o dado mostra é a entrada de mais um destino relevante para uma renda que já precisa acomodar despesas essenciais, compromissos financeiros e consumo.
Para o lojista, a conclusão prática não deveria ser esperar menos do consumidor. É entender que uma compra precisa conquistar espaço no orçamento.
Preço, parcelamento, benefício claro, disponibilidade, confiança no canal e segurança de que aquela compra realmente resolve uma necessidade passam a trabalhar juntos.
Estoque pode apoiar o crescimento sem exigir uma aposta excessiva
O ambiente financeiro das próprias empresas também pede disciplina. A inadimplência empresarial continua elevada e fortemente concentrada entre micro e pequenas empresas.
Isso não precisa levar o varejista a uma postura defensiva. Reforça uma questão de gestão: aproveitar o Q4 não é sinônimo de carregar todo o potencial de venda dentro do estoque desde setembro. Cobertura e capacidade de reposição precisam trabalhar juntas.
Produtos de giro mais previsível podem justificar maior profundidade. Em itens de maior tíquete, lançamentos ou configurações que mudam rapidamente, uma estratégia de reposição mais próxima da demanda pode preservar capital.
Essa diferença é especialmente importante quando o crédito continua caro. Estoque representa oportunidade comercial, mas também recurso financeiro imobilizado.
Por isso, uma leitura inteligente do Q4 não deveria perguntar apenas “quanto comprar?”. Também precisa perguntar o que precisa estar disponível imediatamente, o que pode ser reposto com frequência e onde realmente vale concentrar capital.
A concorrência internacional aumenta — e o varejo brasileiro também tem vantagens
Outro movimento ganhou importância às vésperas do Q4.
A Lei nº 15.502, sancionada em 10 de setembro a partir da Medida Provisória nº 1.357/2026, alterou as regras das remessas internacionais de pequeno valor e passou a permitir alíquota federal de importação de até zero para compras de até US$ 50. Nas operações enquadradas no Programa Remessa Conforme, a Receita Federal informa atualmente alíquota federal de 0%, permanecendo a tributação estadual aplicável.
Isso aumenta a necessidade de acompanhar a competitividade das plataformas estrangeiras. Mas há outro dado importante nessa discussão.
Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que 61% dos consumidores escolheriam primeiro lojas brasileiras se preço e variedade fossem equivalentes aos encontrados nas plataformas internacionais.⁴
Esse dado ajuda a mostrar que a disputa não está perdida para o varejo nacional.
Preço continua importante, mas disponibilidade imediata, prazo de entrega, parcelamento, garantia, confiança no canal, atendimento e facilidade para solucionar problemas também fazem parte da percepção de valor.
Para o lojista brasileiro, a concorrência internacional aumenta a pressão sobre competitividade, mas também evidencia onde existem ativos que podem ser usados para diferenciar a oferta.
O consumidor também está pesquisando de uma forma nova
A preparação para o Q4 precisa considerar não apenas o que o consumidor pretende comprar, mas como está chegando à decisão.
A pesquisa do Google mostra que ferramentas de inteligência artificial já participam da jornada de compra do brasileiro, principalmente quando o consumidor precisa comparar alternativas, compreender benefícios, avaliar condições ou descobrir qual produto melhor atende determinada necessidade.³ Isso amplia a importância da qualidade da informação.
Especificações corretas, benefícios apresentados de maneira simples, comparações, disponibilidade, preço e condições comerciais não servem apenas para preencher uma página de produto. Eles passam a fazer parte de um ambiente em que buscas e ferramentas de inteligência artificial ajudam o consumidor a organizar suas escolhas.
Para uma loja pequena, isso também cria oportunidade. Não é necessário ter a maior estrutura do mercado para apresentar bem um produto, explicar sua utilização e transmitir confiança.
Revisar o Q4 também significa olhar para como o produto será encontrado e compreendido, e não somente para quantas unidades estarão no estoque.
Operação também faz parte da preparação para o Q4
Quando o calendário acelera, produto e campanha não funcionam sem capacidade de execução.
Black Friday e Natal aumentam a pressão sobre atendimento, logística, expedição, horários e equipes. É dentro desse contexto que a discussão sobre redução da jornada de trabalho e fim da escala 6×1 merece ser acompanhada pelo varejo.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221/2019 foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado em 2 de setembro e está pronta para deliberação no Plenário. Até 11 de setembro, porém, a proposta ainda não havia sido aprovada definitivamente e nenhuma mudança está vigente nas regras atuais.⁵
Para o Q4 de agora, portanto, não há uma nova regra trabalhista a incorporar. Mas a evolução do tema merece acompanhamento por seus possíveis impactos futuros sobre dimensionamento de equipes, jornadas e organização das lojas.
Ao mesmo tempo, outra transformação já exige adaptação concreta. A reforma tributária do consumo introduziu a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e vem exigindo adequações em sistemas, documentos fiscais e processos das empresas ao longo de 2026. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS já divulgaram cronogramas e programas específicos para apoiar essa transição.⁶
Esses assuntos não substituem o planejamento comercial, mas fazem parte da realidade do lojista. Quanto melhor a operação estiver organizada, maior será a capacidade de executar as oportunidades quando o trimestre ganhar velocidade.
Transformar sinais de mercado em um plano de abastecimento
Depois de observar todos esses sinais, a questão para o lojista deixa de ser simplesmente quanto comprar para o Q4.
O ponto passa a ser definir onde vale colocar mais capital, quais produtos precisam ter profundidade, quais podem trabalhar com reposições mais frequentes e quais faixas de preço não podem faltar quando o consumidor chegar à loja.
Um produto com giro previsível pode justificar uma cobertura maior. Um item de tíquete elevado pode pedir mais cautela e reposição próxima à demanda. Uma categoria capaz de gerar tráfego pode receber outro papel, enquanto produtos complementares podem ajudar a ampliar a cesta e preservar margem.
O abastecimento passa, assim, a acompanhar a estratégia comercial, em vez de ser apenas uma compra antecipada de estoque.
É nesse ponto que a RCELL pode contribuir de maneira mais efetiva.
Por estar conectada a diferentes indústrias e atuar em categorias que se encontram dentro da mesma jornada de consumo — smartphones, informática, TVs, áudio, linha branca, eletroportáteis, climatização, consoles e acessórios gamer — a RCELL pode ajudar o cliente a olhar o Q4 como uma composição de decisões de abastecimento, e não como uma sequência de pedidos isolados.
Isso significa conversar sobre o papel das categorias dentro de cada negócio, observar as faixas de preço que precisam estar cobertas, identificar onde maior profundidade pode fazer sentido e onde uma estratégia de reposição pode preservar capital. Significa também acompanhar disponibilidade, lançamentos e mudanças de demanda ao longo do trimestre para permitir que um plano criado em setembro seja ajustado quando outubro, novembro e dezembro começarem a mostrar o comportamento real do consumidor.
Para o lojista, essa proximidade abre uma possibilidade importante: participar das oportunidades do Q4 sem precisar transformar toda expectativa de venda em estoque antecipado.
Parte da inteligência está justamente em saber o que comprar antes, o que acompanhar e onde manter capacidade de reação.
Há razões para entrar no Q4 com confiança — e com método
Os dados não mostram um mercado sem desafios. Também não mostram um consumidor paralisado.
O varejo apresenta crescimento em 2026. Móveis e eletrodomésticos e informática chegam ao segundo semestre com avanços relevantes. O mercado de trabalho sustenta níveis elevados de ocupação e massa de renda. A inflação apresentou desaceleração recente, a Selic iniciou um movimento de queda e as pesquisas para a Black Friday mostram consumidores otimistas, planejando compras com antecedência e colocando eletrodomésticos, celulares, computadores e TVs entre suas prioridades.
Ao mesmo tempo, renda comprometida, crédito ainda caro e concorrência maior tornam esse consumidor mais criterioso.
Essa combinação talvez seja uma das informações mais importantes para o Q4 de 2026: há demanda, mas conquistá-la exigirá mais precisão.
Para o lojista, setembro é o momento de transformar essa leitura em decisões objetivas. Revisar quais categorias terão prioridade, quais faixas de preço precisam estar presentes, onde vale aumentar cobertura, onde reposição pode substituir estoque antecipado e quais produtos podem gerar tráfego ou complementar outras vendas.
Depois, o trabalho muda. Outubro, novembro e dezembro passam a ser meses de observar giro, cobertura e resposta do consumidor e ajustar o abastecimento conforme a realidade aparece.
É também dessa forma que a RCELL entende seu papel no Q4: não apenas colocando produto à disposição do varejo, mas ajudando seus clientes a conectar informação de mercado, portfólio, disponibilidade e reposição para tomar decisões de abastecimento mais inteligentes.
O Q4 não precisa ser tratado como uma única grande aposta feita antes de outubro. Pode ser administrado como uma sequência de decisões, apoiadas por informação e corrigidas ao longo do caminho.
Os sinais disponíveis hoje mostram que existe consumo para disputar. A oportunidade do lojista está em chegar preparado para reconhecer onde ele aparece — e ter produto, condição e capacidade de reposição para atendê-lo quando isso acontecer.
Fontes
¹ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — Pesquisa Mensal de Comércio, junho de 2026, divulgada em agosto de 2026. Dados sobre desempenho do comércio varejista, móveis e eletrodomésticos e equipamentos para escritório, informática e comunicação.
² Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, trimestre encerrado em julho de 2026. Dados de emprego, ocupação e massa de rendimentos.
³ Google / Offerwise — Pesquisa Black Friday 2026, divulgada pelo Think with Google em agosto de 2026. Estudo sobre intenção de compra, planejamento antecipado, comprometimento de renda e categorias prioritárias. https://business.google.com/br/think/ai-excellence/black-friday-2026/
⁴ Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Offerwise — Comportamento de compra do consumidor em sites internacionais, setembro de 2026. https://cndl.org.br/varejosa/preco-e-variedade-equivalentes-fariam-61-dos-consumidores-escolherem-lojas-brasileiras/
⁵ Senado Federal — Proposta de Emenda à Constituição nº 221/2019, situação consultada em 11 de setembro de 2026. Proposta aprovada pela CCJ e aguardando deliberação do Plenário. https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174386
⁶ Receita Federal / Comitê Gestor do IBS — Reforma Tributária do Consumo, orientações, cronogramas e programa de conformidade para adaptação à CBS e ao IBS em 2026. https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026
⁷ Banco Central do Brasil — Estatísticas monetárias e de crédito, julho de 2026; Comunicado da 280ª reunião do Comitê de Política Monetária, agosto de 2026. Selic de 14% ao ano e taxa média do crédito livre às pessoas jurídicas de 25,4% ao ano.
⁸ Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) — Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, julho de 2026.
⁹ Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) — estimativa de perda líquida das famílias brasileiras com apostas online em 2025.
¹⁰ Presidência da República / Receita Federal — Lei nº 15.502, de 10 de setembro de 2026, e Programa Remessa Conforme. Regras aplicáveis às remessas internacionais de pequeno valor.